FEMINISTA

.ME!

Feminista.me são as mulheres que já lutaram por votos, que lutaram por equidade salarial, que revogaram a suas tutelas dada aos homens sob poder de lei, que são base da pirâmide do trabalho e não são reconhecidas, são as leis contra violência doméstica, que exigem saúde ginecológica e o direito do aborto, feminista.me é a liberdade de ser que se é!

Feminista.me é o futuro, somos o futuro, o que garante que a nossa igualdade e sororidade se transformem em prática nos espaços públicos e políticos. 

Quando a gente fala em mais direitos para mulheres hoje muitas pessoas se perguntam: mas afinal, nessa crise política, com tanto desemprego e desigualdade, as mulheres ainda querem lutar pelos seus direitos? E nós respondemos: É a mesma luta! 

 

A luta econômica e política se diminui sem a nossa. Somos 52% da população mundial, queremos uma mudança cultural e estrutural que nos permita acessar os espaços políticos e sermos legitimadas enquanto sujeitos das políticas públicas. Dividir essas lutas nos enfraquece. 

 

Sabemos que não dá para construir política sem as nossas vozes. E nas eleições municipais de 2020 precisamos mostrar isso.

As mulheres são as principais usuárias do serviço público e por isso a ideia de privatizar ou terceirizar prejudicam e muito a vida das mulheres, em especial periféricas e negras. Mas, só isso não é o bastante. Queremos candidates que se comprometam com a participação de mulheres para fora e dentro  de seus partidos, trazendo também o debate racial e de classe. Ou seja, queremos  o compromisso político com a mudança da cultura política que silencia mulheres, seja na esquerda ou na direita.

 

Temos vozes nos parlamentos e teremos ainda mais depois de 2020. 

Mulheres na política apoiam candidates comprometidos com práticas políticas novas e, principalmente, um programa de políticas públicas de defesa da vida das mulheres.

O QUE DEFENDEMOS

• Funcionamento 24h das delegacias da mulher, incluindo finais de semana
 

• Criação, melhoria e ampliação de programas como o Guardiã Maria da Penha
 

• Garantia da acessibilidade para mulheres com deficiência e mulheres surdas aos mecanismos de denúncia de violência contra as mulheres, bem aos serviços de acolhimento e atendimento a mulheres em situação de violência
 

• Disseminação de manuais e cartilhas de combate à violência doméstica
Mapeamento de iniciativas de solidariedade contra a violência doméstica promovidas pela sociedade civil

 

• Disseminação massiva de mensagens relacionadas ao combate de abuso e violência contra as mulheres
 

• Promoção e ampliação de campanhas contra violência e abuso no transporte público
 

• Apoio à construção de espaços de diálogo sobre abuso e violência em conjunto com sindicatos, movimentos sociais, entidades estudantis, igrejas e nas comunidades
 

• Elaboração de mecanismos institucionais em instituições públicas de ensino para denúncia, encaminhamento e resolução de casos de abuso e violência
 

• Construção de parcerias entre sociedade civil e poder público para a criação de programas socioeducativos voltados para homens autores de violência doméstica contra mulheres
 

• Promoção e ampliação de programas de educação sexual e combate ao abuso e violência sexual em creches e escolas
 

• Defesa de creches públicas em período integral mantidas por administração direta
 

• Defesa da alimentação saudável e do aleitamento materno livre para crianças que frequentam a rede municipal de ensino
 

• Promoção de políticas públicas que zelem pela amamentação sem dor por meio da contratação de profissionais especializadas em maternidades, hospitais, casas de parto e creches
 

• Combate à violência obstétrica e promoção do parto humanizado e da atuação de doulas
 

• Promoção e ampliação de políticas públicas que garantam o aborto legal realizado pelo SUS
 

• Disseminação de informações acerca da disponibilidade de métodos contraceptivos distribuídos

gratuitamente pelo SUS
 

• Promoção de políticas públicas específicas para a saúde de mulheres negras, indígenas, lésbicas,

bissexuais e transexuais considerando suas especificidades físicas e culturais
 

• Contratação de mais profissionais negras visando o atendimento de saúde mental de mulheres negras em unidades públicas de saúde
 

• Promoção de programas de segurança alimentar, transferência de renda e moradia municipais que beneficiem prioritariamente mulheres e seus filhos
 

• Elaboração e ampliação de políticas públicas voltadas para a população trans nas cidades como o programa ‘Transcidadania’
 

• Promoção de editais que priorizem produções culturais de mulheres considerando recortes relacionados à baixa renda, gênero, raça e etnia
 

• Promoção de regras para participação de mulheres em comissões avaliadoras e órgãos públicos considerando marcadores de diversidade marcadores relacionados à baixa renda, gênero, raça e etnia
 

• Cessão de espaços públicos para iniciativas culturais promovidas por mulheres

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